martes, 27 de octubre de 2026

"AQUI", DE TIAGO GUEDES, TIENE ESTRENO EN LA SECCIÓN OFICIAL DEL FESTIVAL DE CINE DE VALLADOLID

Javier H. Estrada, codiretor de Seminci, deu a bem-vinda a Valladolid na equipe de "Aqui" , filme que integra a Seção Oficial da 71ª edição. O diretor Tiago Guedes acompanhou a roda de imprensa acompanhado pelo produtor Paulo Branco e pelos intérpretes Patricia López Arnaiz e Sergi López .

A equipe dedicou a estreia espanhola do filme ao ator espanhol Manolo Solo , que coprotagonizou o filme antes de sua queda em julho deste ano. 'Vi Manolo no filme de Erice ("Cerrar los ojos") e senti uma sensibilidade que ressoou com o que busquei para a personagem de Simón em meu filme. Fue muy sencillo conversou com ele e fui alguém que tuvo uma enorme generosidade', disse Guedes.

Por sua parte, Branco acrescentou: 'Manolo e Patricia eram as pessoas exatas para os papéis que interpretavam. Sem que o filme existisse. Encarnar esses diálogos não é algo fácil e transmitir uma emoção tão incrível que nos fez criar o que estamos vendo. Esse é o grande triunfo do filme, que não há nenhum erro de elenco. Como o produtor está muito orgulhoso do trabalho que hicieron os atores e de como se entregou o filme, a Tiago ya mí'.

"Aqui" é uma adaptação da trilogia de Jesus, do romancista sul-africano JM Coetzee, uma obra que explora temas de identidade e migração em um mundo imaginado com uma perspectiva profundamente filosófica. Sobre o caminho para a adaptação, Branco comentou: 'Tenho a sorte de conhecer Coetzee desde há alguns anos e quando ele comenta minha paixão pelos livros, me diz que me cedeu os direitos. Eu tinha muitas ofertas nos Estados Unidos, mas nada lhe interessava e não queria que o filme fosse falado em inglês. Luego fui com Tiago a ter um encontro com ele em Córdoba e confiei que nosotros seríamos fiéis ao material'.

Embora tenha sido um trabalho exitoso, não por ele ter sido isenta de retos, como o hecho de ter que condensar uma obra de mais de 900 páginas em três horas e mídia de medição. Então ele sinalizou Guedes: 'Queríamos que eles caíssem em três horas, mas quando vimos que isso era o corte final, não havia nada mais que cortar. Eu gosto muito dessa duração porque você permite uma imersão real. É um tempo que está neste mundo, noites de segunda ou terceiras telas. Creo que hoje, mais do que nunca, fazer um filme longo é um ato de resistência'. 'O filme é uma versão reduzida, três horas é quase uma tradução', acrescentou Sergi López entre as risadas.

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SOM CINEMA 2026, EL FESTIVAL QUE CONSAGRA EL PRESENTE Y EL FUTURO DEL AUDIOVISUAL CATALÁN

 

El cine catalán está más vivo que nunca, y el festival Som Cinema lo ha vuelto a demostrar. La 17ª edición del Festival de Cine Audiovisual Catalán, celebrada en Lleida, ha bajado el telón consolidándose como el escaparate imprescindible para las producciones de la tierra. 

Este año, el gran protagonismo se lo ha llevado el largometraje "Els mals noms", que se ha alzado con el prestigioso premio a la Mejor Película de Ficción, un galardón dotado con 2.000 € gracias al apoyo de la Fundació Horitzons 2050.

El certamen no solo premia a los cineastas consagrados, sino que reafirma su compromiso con el talento joven e independiente. A través de secciones competitivas de largometrajes, cortometrajes y documentales, Som Cinema ofrece una radiografía perfecta de las narrativas actuales: historias íntimas, arriesgadas y con una identidad propia muy marcada. Además de la gran triunfadora de la sección oficial, el talento local también ha tenido su altavoz gracias al Premio Palma Produccions Pro, otorgado al proyecto "Patrimoni emocional" de Martina Simarro, impulsado por el Ayuntamiento de Lleida.

Ya en la sección Som Secundària, el INS La Serra de Mollerussa triunfó en la categoría de secundaria con su pieza "Retorn al passat", mientras que el INS Caparrella de Lleida se llevó el reconocimiento en la categoría de Bachillerato y Ciclos Formativos con "Una animació viva", demostrando que el relevo generacional detrás de las cámaras está más que asegurado.

Con este cierre, Som Cinema se despide dejando claro que Lleida es la capital del cine catalán emergente. Las producciones premiadas inician ahora su recorrido por salas comerciales y otros festivales internacionales, pero siempre llevarán el sello de haber triunfado primero en este certamen.

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VICTORIA LUENGO, PREMIO A LA MEJOR ACTRIZ EN EL FESTIVAL DE ROMA POR "SANTS"

La escena cinematográfica española vuelve a brillar con fuerza en el extranjero. La actriz mallorquina Victoria Luengo ha ganado el prestigioso Premio Monica Vitti a la Mejor Actriz en la sección oficial Progressive Cinema de la Fiesta del Cine de Roma por su papel en "Sants", el esperado largometraje dirigido por Mikel Gurrea.

El jurado internacional ha caído rendido ante la magnética y profunda interpretación de Luengo en un filme que ya empieza a sonar con fuerza en el circuito de festivales de este año.

¡Enhorabuena!


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lunes, 26 de octubre de 2026

IONE HERNÁNDEZ PRESENTA LA PELÍCULA "HERMANAS" EN LA SECCIÓN OFICIAL DE LA SEMANA DE CINE DE VALLADOLID

Após dirigir vários curtas-metragens aclamados internacionalmente, Ione Hernández Sáenz estreia em longas-metragens com "Hermanas", que teve sua estreia europeia no 71º Semana de Cine de Valladolid. O filme, um dos três títulos espanhóis concorrendo à Espiga de Ouro, foi apresentado por Hernández juntamente com outros membros de sua equipe: as atrizes Emma Suárez , Elena Anaya e Carlota Keiko ; o ator Josean Bengoetxea ; e as produtoras Lara Izagirre (Gariza Films) e María Zamora (Elástica Films).

Suárez e Anaya interpretam Chelo e Marta, duas irmãs com um laço inquebrável que é posto à prova quando um caso de abuso sexual dentro da família vem à tona. 'Eu estava interessada nesse forte laço entre as irmãs, mas não queria parar por aí — queria expandir para a dinâmica familiar mais ampla. Então, criei esse panorama familiar, começando pelos elementos mais óbvios e revelando gradualmente todas as camadas. Queria explorar o que impede essas personagens de reagirem e o que elas sentem por causa desses laços familiares', compartilhou Hernández sobre este projeto, que desenvolveu ao longo de muitos anos.

A cineasta também observou que a escolha das duas atrizes foi algo de que teve certeza desde o momento em que começou a pensar nas irmãs: 'Eu precisava que a história que queria contar tivesse legitimidade, e Emma Suárez proporcionou isso — ela tem uma presença tão significativa em toda a história do cinema espanhol. Por outro lado, em Elena, vi uma fragilidade, uma vulnerabilidade extrema que era essencial para a personagem que eu havia criado'.

Por sua vez, as atrizes discutiram os desafios de interpretar personagens envolvidas em uma situação tão complexa. 'São personagens delicadas que nos confrontam com situações que não compreendemos totalmente. Eu me peguei pensando: por que tanto silêncio? Por que elas não falam? Entrar nesse território foi a parte mais difícil, mas eventualmente você acaba entendendo por que elas reagem dessa forma – por medo e por silêncio”, disse Suárez. Anaya ecoou esse sentimento: “Minha personagem enfrenta um silêncio que lhe foi imposto – um silêncio que essas duas irmãs impuseram a si mesmas – e que marca sua vida para sempre'.

O silêncio é, na verdade, um dos temas centrais do filme, que se passa em 2021, antes da entrada em vigor da lei da idade de consentimento. 'O abuso é um problema quando é denunciado. Se não for denunciado, não é um problema porque ninguém fica sabendo. Todos nós achamos que sabemos o que precisa ser feito, mas quando esses casos surgem dentro da família, não é tão fácil. É por isso que é importante haver instituições que protejam as crianças desse silêncio, que, do contrário, pode durar para sempre'.

Da mesma forma, a produtora María Zamora destacou que este continua sendo um problema que as pessoas ainda têm dificuldade em enfrentar diretamente: 'Conseguimos um bom financiamento graças a fundos públicos, incentivos fiscais e subsídios do ICAA. Também contamos com o apoio da EITB e da HBO. Mas, ao contar essas histórias, percebemos que esses processos estão lentos'. Ela acrescentou: 'Uma em cada três mulheres sofreu ou sofrerá abuso sexual em algum momento da vida, e isso acontece, além disso, com frequência no âmbito familiar. Tínhamos aqui uma história que precisava ser contada para analisar por que, quando algo assim acontece, congelamos e não sabemos como usar as ferramentas que temos para denunciá-lo'.

Lara Izagirre também destacou o papel da Gariza Films na promoção de diretoras bascas emergentes, agradecendo ao SEMINCI e pedindo uma salva de palmas para os jovens atores que compõem o elenco e que compareceram à coletiva de imprensa. 'Todo mundo que faz um filme quer ir a um festival. Estivemos em Toronto e foi maravilhoso. E agora aqui no SEMINCI, não poderia ser melhor', concluiu Ione Hernández.

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JOSÉ DAVID DÍAZ ARRANCA EN TENERIFE EL RODAJE DE SU PRIMER LARGOMETRAJE, "LA SUERTE DE LOS OTROS"


"La suerte de los otros", primer largometraje de ficción dirigido por el onubense José David Díaz, ha iniciado su rodaje en Tenerife. El proyecto cuenta con producción de Blue House y reúne a talento de Andalucía y Canarias.

La película propone una comedia negra con elementos de thriller que transcurre durante una noche en la que cuatro personajes, aparentemente corrientes, se enfrentan de forma inesperada a una oportunidad capaz de cambiar sus vidas. Una historia sobre las malas rachas, los sueños aparcados y esa tentación universal de pensar que un golpe de suerte puede solucionarlo todo.

El guion está firmado por el propio Díaz, Adrían Pino y Álvaro G. Urbina, y el elenco principal está encabezado por el también andaluz Doncho Montero, en el papel de Rubén, y los canarios Beneharo Hernández, como ‘El Gordo’ Javi; Nira Díaz, como Marina; y Luifer Rodríguez, como Manuel. Lo completan Gregor Acuña-Pohl, Mila Fernández, Dani Mantero e Ignacio de la Puerta, José Chía, Lukas Acuña y Joaquín Olivan.

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"YO NO MORIRÉ DE AMOR" SE PRESENTA EN COMPETICIÓN EN EL FESTIVAL DE CINE DE TUDELA

La cineasta Marta Matute ha proyectado este domingo en el Festival de Cine Ópera Prima de Tudela, su ópera prima en largometrajes, "Yo no moriré de amor", una película calificada por la directora de incómoda porque mira a la enfermedad, al dolor y a la soledad 'a la cara'. 

Un reflejo, con variaciones, de lo que ella misma vivió con 18 años cuando su madre comenzó a padecer los efectos del alzhéimer y la familia pasó por un proceso que puede acabar dinamitando los lazos familiares o apretándolos y consolidar las relaciones, algo que le sucedió a la propia directora. 'Yo con 18 años, cuando le diagnosticaron a mi madre, estaba más fuera que dentro de casa. No tenía nada que ver con mis hermanas, ni con mis padres y no encontraba esa conexión con mi familia. A raíz de la enfermedad hay una unión que a día de hoy es difícil que se rompa. Tengo dos hermanas mayores, soy la pequeña y me interesaba mucho retratar a una familia y unas hermanas que no tienen una conexión especial, con diferencia de edad muy grande y una familia poco afectuosa'.

De hecho, "Yo no moriré de amor" refleja “cómo demostrar amor con pequeños detalles, sin decir te quiero o sin dar un abrazo”, una relación que se fija en las miradas, en los silencios y en todos estos detalles encuentra su fuerza este largometraje que ha recibido dos premios en Málaga y que ha tenido buena acogida en las pantallas ya que en todas las familias se ha producido un proceso cuidador.

El guión nació durante la pandemia, 'estaba en casa sin hacer nada más que bizcochos y dije, pues esta historia con la que llevo tiempo en la cabeza puede cuajar, y la envié a la residencia de la Academia de Cine y me seleccionaron'.

Comenzó entonces el proceso de llevar a la pantalla una vivencia personal, perder el pudor y enfrentarse a sus sentimientos, 'cuando pasé la situación de mi madre era algo muy inusual. Nadie de mi edad estaba pasando por eso. La pulsión siempre era mostrar los momentos incómodos por donde pasa el cuidador a lo largo de los años y mirar a la enfermedad a la cara. Cuando más solo te encuentras es cuando estas harto de la enfermedad y si lo ves en pantallas ves que le pasa a más gente y puede mitigar el dolor, creo que el objetivo se está cumpliendo. Ése era el motor que me ha empujado durante cinco años a hacer la película, ayudar a otras personas que estaban en esa situación'.

Para enfrentarse a su espejo cogió distancia y trató de separarse de la historia, algo que consiguió según iba entrando más gente en la película e iba ganando terreno la ficción, 'tenía miedo de emocionarme cuando empecé a rodar, pero luego entras al rodaje y te pones muy práctica. El día que más me emocioné es cuando rodaban la despedida de la madre pero en general ha sido una experiencia muy divertida'.

El título de "Yo no moriré de amor" nace de una sensación de amor profundo que sintió hacia su madre en una de las visitas a la residencia donde permaneció dos años antes de morir: 'Fue un pensamiento que tuve cuando mi madre todavía estaba enferma. Fui a visitarla y me invadió una emoción y un amor muy fuerte y salí y dije ‘yo ya no me voy a morir de amor, tendré parejas, me dejarán y dejaré pero es imposible que yo muera ya de amor’. Conseguí disociarme para cuidar a mi madre y también para hacer la película'.

Con 5 semanas realizando ensayos, las miradas, los gestos y la dirección de arte fueron fundamentales para ir tratando de mostrar la degradación de la enferma y de las dificultades en la vida de la familia que se ve incluso en cómo los amigos y conocidos más cercanos aíslan a la enferma y a la propia familia.

En este sentido, el trabajo de las actrices es excepcional y especialmente el de la madre enferma de alzhéimer que lleva a cabo Sofía Almarcha. 'No quería una madre cercana ni cándida. Quería un toro y cómo la enfermedad convierte en vulnerable a ese tipo de personas. Me reuní con tres actrices, nos tomamos un café le pasé todo el guión y ya hicimos en el casting'. Almarcha no había tenido ningún caso cercano con esta enfermedad pero tras visitar con la directora la Asociación de Familiares de Enfermos de Alzheimer y un Centro de Día le bastó para meterse en el papel. 'No es que lo interpretara, es que era una enferma de alzhéimer. Hay una escena en el baño que la tuve que coger para enseñar a la actriz y me vino la imagen de cuando cogía a mi madre, por cómo usaba los brazos y su peso… No me imaginaba que iba a hacer un trabajo tan fino'.

El hecho de que al Festival de Cine Ópera Prima se presentaran 58 largometrajes es solo el reflejo de la situación boyante que está viviendo el cine español, con una eclosión de proyectos y nuevos directores y directoras. El productor José Esteban explicó que esta explosión no solo se ha producido en óperas primas, 'en 2025 se produjeron más de 420 película, más que en Francia y que en Italia, algo inaudito porque la cuota de mercado no ha crecido, es impresionante. Respecto a las óperas primas hay nuevas mirada y, hacía falta una regeneración. Las primeras películas son de una gran honestidad. El cine autor no está reñido con lo comercial, esta película es cine de autor pero atañe a todos a través de situaciones universales, cuando pasas de ser hijo al que cuidan los padres a ser el que cuida a tus padres'.

Fuente: noticiasdenavarra.com

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EL ACTOR PATRICK CRIADO, SEGUNDO PREMIO LUZ DE LA 52 EDICIÓN DEL FESTIVAL DE CINE DE HUELVA

El Festival de Huelva de Cine Iberoamericano, que celebrará su 52ª edición del 13 al 21 de noviembre, entregará en la gala de inauguración los Premios Luz a los actores Amaia Salamanca y Patrick Criado. Con la concesión de estos galardones, que cuentan con el apoyo del Colaborador Oficial del certamen, la Fundación Atlantic Copper, el Festival de Huelva reconoce a los talentos del cine y la televisión con una proyección consolidada en la industria audiovisual.

A lo largo de su carrera, Patrick Criado ha asumido personajes complejos y ha transitado entre registros y géneros muy diferentes. Ha trabajado con destacados directores y productores del panorama audiovisual español, combinando grandes producciones con proyectos de marcado carácter autoral. En televisión, ha participado en series como "Mar de plástico", "Vivir sin permiso", "La línea invisible" o "La casa de papel".

Su trabajo en la serie de Movistar + "Antidisturbios", dirigida por Rodrigo Sorogoyen, le valió el Premio Feroz a Mejor Actor de Reparto y el Premio de la Unión de Actores a Mejor Actor de Reparto, además de una nominación a los Premios Platino. Su interpretación en "Las noches de Tefía", creada por Miguel del Arco, supuso otro de los grandes hitos de su carrera: Premio Ondas al Mejor Intérprete Masculino en Ficción, el Premio Cygnus al Mejor Actor de Serie de Televisión y el Premio AISGE y así como nominaciones a los Premios Feroz y a los Premios Iris como Mejor Actor.

En cine debutó siendo muy joven en películas como "Los girasoles ciegos", "Las 13 rosas" y "La gran familia española", por la que obtuvo una nominación al Premio Goya a Mejor Actor Revelación. Su filmografía incluye también títulos como "Bajo Cero", "Bird Box: Barcelona" y "La virgen roja", interpretación por la que recibió el Premio de la Unión de Actores a Mejor Actor Secundario en Cine.

A estos reconocimientos se suman el Premio Variety Young Talent, y el Premio Actúa AISGE – Nueva Generación, que consolidan su reconocimiento tanto dentro de la industria española como en el ámbito internacional.

Actualmente, Patrick Criado continúa ampliando su trayectoria con nuevos proyectos audiovisuales. Este 2026 ha estrenado "Amarga Navidad", de Pedro Almodóvar, "Karateka" y tiene pendiente los estrenos de la serie "Nueve Reinas" en Netflix y las películas "Karateka", de Aritz Moreno, y "Una Familia", la ópera prima del actor Ricardo Gómez.

Con este reconocimiento, Patrick Criado se une a Amaia Salamanca como homenajeado con el Premio Luz en esta edición del Festival de Huelva. Ambos se incorporan a la relación de profesionales del audiovisual distinguidos con este galardón, que en anteriores ediciones han recibido intérpretes como, entre otros, Milena Smit, Yon González, Paz Vega, Natalia de Molina, Greta Fernández, Salva Reina,Ingrid García-Jonsson, Leticia Dolera, Macarena García, Paco León y Manolo Solo.

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COMIENZA EN O CEBREIRO EL RODAJE DE "BUEN CAMINO", DE LA CINEASTA SUSAN BÉJAR

La directora vuelve a optar por un remake, después de debutar con "Mis hijos valen oro", comedia familiar basada en la película original francesa "Mes Très Chers Enfants". "Buen camino" es una coproducción de AF México con El Pasado Films AIE, en asociación con Sony Pictures Entertainment Iberia, Emedia Canary, Match Point y Zircozine, y la participación de Movistar Plus.

Jordi Sánchez y Venecia Franco protagoniza la película que rueda esta semana en la localidad lucense de O Cebreiro, y continuará durante el otoño en varias localizaciones de Gran Canaria, Galicia y Madrid. La producción ha sido subvencionada por la Xunta de Galicia a través de la AGADIC, y cofinanciada por la Unión Europea en el marco del Programa Galicia FEDER 2021-2027. Su estreno en salas está previsto para 2027 con distribución de Sony Pictures Entertainment Iberia.

"Buen camino", con guion de la propia Béjar junto con Mapi Romero, Marcos Mas y Alberto Serra, tiene el Camino de Santiago como telón de fondo, y combina el humor y los conflictos familiares en la historia de un padre y una hija adolescente que apenas se conocen. Entre albergues, caminatas y encuentros inesperados, este viaje se convertirá para ambos en la única oportunidad de conocerse de verdad.

Marta Aledo ("4 estrellas", "Vis a vis"), Joaquín Reyes ("Sin cobertura") y Cristina Castaño ("Desposados", "Lo dejo cuando quiera") encarnan a otros personajes principales. Completan el reparto Antonio Resines, Carlos Areces, Pablo Carbonell, Gracia Olayo, Tito Valverde, Manuel Manquiña, Clarice Alves y Carlos Suárez.

Sinopsis: Una historia que sigue al extremadamente rico y consentido heredero de un imperio de sofás, que se ve obligado a dejar atrás su vida dorada para buscar a su hija adolescente desaparecida. Así se encuentra, contra su voluntad, en el Camino de Santiago, entre dificultades, ampollas, enfrentamientos y revelaciones. Pero este viaje inesperado se convertirá en la única oportunidad para que padre e hija puedan conocerse de verdad.

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GANADORES DE LA 28 SEMANA DEL CORTOMETRAJE COMUNIDAD DE MADRID

Comunidad de Madrid entregó el pasado sábado los galardones de la 28ª edición de la Semana del Cortometraje, gala que se celebró en el Palacio de Linares con aforo completo. El Premio al Mejor Cortometraje (calificador para los Premios Goya) ha sido para "Cara de Cona", de Guillermo de Oliveira, obra que también se alzó con el primer premio de Telemadrid, dotado de 6.000 euros en concepto de derechos de emisión. La obra también se hizo con el Premio del Público y el Premio RC a la Mejor Dirección de Fotografía, para Carlos de Miguel.

Los segundos Premios Telemadrid, de 4.000 euros cada uno, han sido para "Cosas de mayores", de Esteban Crespo, "The Getaway", de Raquel Guerrero, "Cine Doré", de Guillermo Logar, "La colisión", de Jairo González, y "Box 3", de Sara Sálamo.

Además, el Premio AMAE al Mejor Montaje fue para "Con Café (Cuentos con la C)", de María Manero; el Premio Mejor Dirección Impulso ECAM recayó en "In Memoriam", de Teresa Bellón y César F. Calvillo. 

La Semana del Cortometraje de Comunidad de Madrid ha proyectado 45 cortometrajes entre españoles y extranjeros y ha vuelto a celebrar el Foro de Coproducción junto con AMA (Asociación Madrileña Audiovisual). Además, los asistentes han podido acudir a dos clases magistrales con Yolanda Centeno y Gabriel Azorín. Marta Aledo ha sido la homenajeada este año.

El certamen cuenta con la colaboración de Telemadrid, Fundación SGAE, la Academia de Cine, ECAM, Madrid en Corto, RC Service y la Asociación de Montadores Audiovisuales de España (AMAE

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domingo, 25 de octubre de 2026

PALMARÉS DE LA 25 EDICIÓN DEL CINEHORIZONTES. LA CINEASTA MARTA MATUTE DE CORONA EN MARSELLA

El Festival de Cine Español de Marsella, CineHorizontes, ha clausurado las celebraciones de su 25.º aniversario —desarrollado del 7 al 18 de octubre— con la lectura de su palmarés oficial. Una edición histórica que ha consolidado el gran estado de forma del cine emergente y autoral de nuestro país.

La gran triunfadora de la cita ha sido Marta Matute, quien se ha alzado con el prestigioso galardón Horizonte de Oro al Mejor Largometraje gracias a su ópera prima, "Yo no moriré de amor". El talento novel también ha sido respaldado por el festival en el Premio Especial del Jurado, otorgado a "Iván & Hadoum", el notable primer largometraje del cineasta Ian de la Rosa.

En el apartado interpretativo, Silver Chichón ha conquistado el premio a la Mejor Interpretación Protagonista por su papel en la citada "Iván & Hadoum". Por su parte, Carlos González se ha llevado el reconocimiento a la Mejor Interpretación Secundaria por su labor en "La bola negra"; un largometraje dirigido por los Javis que, además, ha completado su buena acogida crítica logrando el premio al Mejor Guion.

El veredicto de los espectadores de esta sección oficial ha ido a parar a manos de Marta Díaz de Lope Díaz, cuya obra "Pioneras: Solo querían jugar" ha sido galardonada con el codiciado Premio del Público.

Finalmente, los jurados paralelos e institucionales han completado el cuadro de honor de las secciones de formato corto y educativo. "Subsuelo", de Fernando Franco, se ha hecho con el Premio Scolaire Internationale Jacques Chirac; "La buena hija" ha obtenido el Premio Sciences Po Aix y, cerrando el palmarés, la pieza "Un hombre bueno", de Juli Suárez, ha sido coronada como el Mejor Cortometraje de esta vigésima quinta edición.

¡Enhorabuena a todos los galardonados!

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sábado, 24 de octubre de 2026

LAS 190 INTERPRETACIONES FEMENINAS EN CINE PRESELECCIONADAS A LOS PREMIOS FORQUÉ 2026

A seguir presentamos las 190 interpretaciones femeninas en la categoría cine preseleccionadas a los premios Forqué de EGEDA, que celebrará la ceremonia de su 32ª edición el próximo 19 de diciembre en el Palacio Municipal IFEMA Madrid. El 3 de noviembre, a las 21:00 horas, finalizan las votaciones para conocer a los nominados de las diferentes categorías. Dichas votaciones habrán sido realizadas por los socios de EGEDA, el Comité de Premios Platino, la Junta Directiva de FIPCA, la prensa especializada, FAD Juventud y los centros educativos, dependiendo de cada una de las categorías.

Las preseleccionadas son:

1. ADELFA CALVO por RUEGA POR NOSOTRAS

2. ADRIANA PAZ por CENIZA EN LA BOCA

3. ADRIANA UGARTE por TAL VEZ

4. ÁFRICA GIRÓN NDONG por SANTA ZETA

5. AINA CLOTET por VIVA

6. ALBA SÁEZ por CORREDORA

7. ANA BELÉN por ISLAS

8. ANA MENA por ÍDOLOS

9. ANA WAGENER por LEONES EN INVIERNO

10. ANDREA ROS por KARATEKA

11. ÁNGELA CERVANTES por LAPÖNIA

12. ANNA DÍAZ por CENIZA EN LA BOCA

13. ARLETTE TORRES por SANTA ZETA

14. ASSUMPTA SERNA por LAS LOCAS DEL OBELISCO

15. BÁRBARA LENNIE por AMARGA NAVIDAD

16. BELÉN CUESTA por EL NIÑO

17. BELÉN RUEDA por EL VESTIDO

18. BERTA GALO por DÍAS DE AGOSTO

19. BRUNA CUSÍ por BALANDRAU, VIENTO SALVAJE

20. BRUNA CUSÍ por UN ALTRE HOME

21. CANDELA PEÑA por LA DESCONOCIDA

22. CARLOTA KEIKO por HERMANAS

23. CARMEN MACHI por AÍDA Y VUELTA

24. CARMEN MACHI por LOS JUSTOS

25. CAROL ROVIRA por BURUNDANGA

26. CONCHI ESPEJO por EL ÚLTIMO MONO

27. CRISTINA MARCOS por AURI

28. DIANA GÓMEZ por CRONOS

29. ELENA ANAYA por HERMANAS

30. ELENA IRURETA por ABUELA TREMENDA

31. ELISABET CASANOVAS por EL RASTRE DEL LLOP

32. EMMA SUÁREZ por EL ANFITRIÓN

33. EMMA VILARASAU por VIAJE AL PAÍS DE LOS BLANCOS

34. EVA PICAZO por DIES D'ESTIU I DE PLUJA

35. GLENN CLOSE por LA BOLA NEGRA

36. HAIZEA CARNEROS por SACAMANTECAS

37. INMA CUESTA por LEONES EN INVIERNO

38. ISABEL GAUDÍ por SACAMANTECAS

39. ISABELLE STOFFEL por APUNTES PARA UNA FICCIÓN CONSENTIDA

40. ITZIAR ITUÑO por LAS CIEGAS HORMIGAS (INURRI ITSUAK)

41. JASMINE TRINCA por SUCEDERÁ ESTA NOCHE

42. JULIA MARTÍNEZ por A UNA ISLA DE TI

43. KARLA SOFÍA GASCÓN por TRINIDAD

44. KIRA MIRÓ por ¿CÓMO HEMOS LLEGADO A ESTO?

45. KIRA MIRÓ por TRES DE MÁS

46. LAURA CONTRERAS por PASTORIS

47. LAURA WEISSMAHR por YO NO MORIRÉ DE AMOR

48. LOLA RODRÍGUEZ por MI QUERIDA SEÑORITA

49. LORENA ÁVILA por EN CASA DE MUÑECAS

50. LUCÍA CARABALLO por LA MALETA

51. LUISA GAVASA por EL NIDO

52. MACARENA GÓMEZ por ¿CÓMO HEMOS LLEGADO A ESTO?

53. MAGGIE CIVANTOS por DÍAS DE AGOSTO

54. MANUELA VELLÉS por NI CONTIGO NI SIN MÍ

55. MARA GUIL por LA VENTANA ABIERTA

56. MARÍA HERVÁS por EL FANTASMA DE MI MUJER

57. MARÍA MAROTO por EIXAM

58. MARIA MONROY por NOS VEREMOS ESTA NOCHE, MI AMOR

59. MARIA SCHWINNING por MALA BÈSTIA

60. MARIBEL VERDÚ por BAJO TUS PIES

61. MARINA SALAS por CORREDORA

62. MARTA BELENGUER por EIXAM

63. MARTA ETURA por CALLE MÁLAGA

64. MENTXU VICENTE por EL CONVENTO

65. MIA SALA-PATAU por 11

66. MIREN IBARGUREN por AÍDA Y VUELTA

67. MÓNICA LÓPEZ por CRONOS

68. NATALIA VERBEKE por CITAS: LA PELÍCULA

69. NEUS ASENSI por TORRENTE PRESIDENTE

70. NORA OTXOTEKO por HERMANAS

71. NÚRIA FLORENSA por LA MEMÒRIA DE LES PAPALLONES (LA MEMORIA DE LAS MARIPOSAS)

72. NURIA SANTOS por EL PODER DEL SILENCIO

73. OLIVIA MOLINA por UN HOMBRE DE VERDAD

74. PAO SOPPE por LOS OJOS DEL DIABLO

75. PAULA IGLESIAS por LAS LOCAS DEL OBELISCO

76. PENÉLOPE CRUZ por LA BOLA NEGRA

77. PILAR CASTRO por LOS JUSTOS

78. RAQUEL INFANTE por EL CONSEGUIDOR

79. ROSSY DE PALMA por DÍA DE CAZA

80. SARA SÁLAMO por 9 LUNAS

81. SÍLVIA ABRIL por BURUNDANGA

82. SILVIA ACOSTA por EL PEZÓN DE ELENA

83. SONIA ALMARCHA por YO NO MORIRÉ DE AMOR

84. SUSANA ABAITUA por CITAS: LA PELÍCULA

85. SUSANA ABAITUA por NUDA PROPIEDAD

86. SUSI SÁNCHEZ por EL MAL HIJO

87. TANIA SANTANA por TAL VEZ

88. TERESA FERRER por UNA PISTOLA, UNA BALA Y UN OSO PANDA

89. TONI ACOSTA por ABUELA TREMENDA

90. VALERIA ESTRADA TARASCÓ por SALEN LAS LOBAS

91. VIC CARMEN SONNE por EL ANFITRIÓN

92. VICTORIA LUENGO por EL SER QUERIDO

93. YAZMINA ESTUPIÑÁN por LA LUCHA

94. ZOÉ ARNAO por DÍA DE CAZA

95. ZOE BONAFONTE por RUEGA POR NOSOTRAS

96. ADRIANA OZORES por DESPUÉS DE KIM

97. ADRIANA TORREBEJANO por BURUNDANGA

98. ÁFRICA DE LA CRUZ por CUÁNTICA RAVE

99. AÍDA FOLCH por ANTES DEL AMOR

100. ALBA ROHRWACHER por TRES ADIOSES

101. ANA ÁLVAREZ por EL CONVENTO

102. ANA FERNÁNDEZ por QUIÉN LLORARÁ POR MÍ

103. ANA VALERIA BECERRIL por CITAS: LA PELÍCULA

104. ANA WAGENER por MORIR NO SIEMPRE SALE BIEN

105. ANE GABARAIN por LOS JUSTOS

106. ANNA CASTILLO por MI QUERIDA SEÑORITA

107. ANNICK WEERTS por CAMINANDO CON EL DIABLO

108. ASIA ORTEGA por MALLORCA CONFIDENCIAL

109. AURORA MAESTRE por DOS DÍAS

110. BEANIE FELDSTEIN por THE END OF IT

111. BELÉN FABRA por EL MAL

112. BERTA CASTAÑÉ por CITAS: LA PELÍCULA

113. BLANCA PORTILLO por DÍA DE CAZA

114. BRUNA CUSÍ por LOS JUSTOS

115. CANDELA GONZÁLEZ por LA FIERA

116. CARLOTA GARCÍA por TRAS LOS PASOS DE LA RUBIA PLATINO

117. CARMEN ARRUFAT por MORIR NO SIEMPRE SALE BIEN

118. CARMEN MACHI por DÍA DE CAZA

119. CARMEN MAURA por CALLE MÁLAGA

120. CHRISTINA ROSENVINGE por DESPUÉS DE KIM

121. CRISTINA FERNÁNDEZ PINTADO por EIXAM

122. DAFNE FERNÁNDEZ por CADA DÍA NACE UN LISTO

123. DOLÇA SALVANS PORTELL por TANIT

124. ELENA FURIASE por MALLORCA CONFIDENCIAL

125. ELIA GALERA por SOLOS

126. ELISABETH MARTÍNEZ por MI QUERIDA SEÑORITA

127. EMMA SUÁREZ por HERMANAS

128. EVA MORAL por TODOS LOS COLORES

129. GABRIELA ANDRADA por TRINIDAD

130. GLORIA MARCH por EIXAM

131. HERMINIA LOH por IVÁN & HADOUM

132. IRAIA ELÍAS por SACAMANTECAS

133. ISABEL ROCATTI por COWGIRL

134. ITSASO ARANA por EL CONFIDENTE

135. JANET NOVÁS por LA BUENA HIJA

136. JUDIT MARTÍN por PIZZA MOVIES

137. JÚLIA MASCORT por YO NO MORIRÉ DE AMOR

138. KIARA ARANCIBIA por LA BUENA HIJA

139. KIRA MIRÓ por SOLOS

140. KITI MÁNVER por 9 LUNAS

141. LAURA TOLEDO por QUIÉN LLORARÁ POR MÍ

142. LOLA DUEÑAS por LA BOLA NEGRA

143. LOLITA FLORES por MALLORCA CONFIDENCIAL

144. LORETO MAULEÓN por EL FANTASMA DE MI MUJER

145. LUDWIKA PALETA por DESEO

146. MACARENA GARCÍA por UN HIJO

147. MAFALDA CARBONELL por TODOS LOS COLORES

148. MANUELA CALLE por RUEGA POR NOSOTRAS

149. MAR BLANCH por HERMANOS

150. MARGARITA IRÚN por NARCISO

151. MARÍA LEÓN por 9 LUNAS

152. MÁRIA MERCADO por EL CONVENTO

153. MARIA PAU PIGEM por EL ANFITRIÓN

154. MARIAN ÁLVAREZ por ALTAS CAPACIDADES

155. MARINA GUEROLA por LOS JUSTOS

156. MARINA SALAS por ESTA SOLEDAD

157. MARTA BELMONTE por ANTES DEL AMOR

158. MARTA ETURA por HUGO 24

159. MERITXELL CALVO por EL MAL PADRE

160. MICHELLE JENNER por EL NIDO

161. MONA MARTÍNEZ por NARCISO

162. NAHIA BERGASA por EL CONVENTO

163. NATALIA VERBEKE por LAPÖNIA

164. NOOMI RAPACE por THE END OF IT

165. NORMA RUIZ por IDILIA

166. NURIA GALLARDO por TRAS LOS PASOS DE LA RUBIA PLATINO

167. OLIVIA MOLINA por ARRIBA TUTTO

168. PAO SOPPE por NOS VEREMOS ESTA NOCHE, MI AMOR

169. PATRICIA LÓPEZ ARNAIZ por SACAMANTECAS

170. PAULA MUÑOZ por MORIR NO SIEMPRE SALE BIEN

171. PETRA MARTÍNEZ por LA BUENA HIJA

172. RAQUEL FERRI por EL NIÑO

173. REBECCA HALL por THE END OF IT

174. SANDRA ESCACENA por LA CASA EN EL ÁRBOL

175. SILMA LÓPEZ por CASI TODO BIEN

176. SÍLVIA ABRIL por TODOS LOS COLORES

177. SOFÍA DE IZNÁJAR por PIONERAS: SOLO QUERÍAN JUGAR

178. STÉPHANIE MAGNIN por LA FIERA

179. SUSANA ABAITUA por EL ÚLTIMO MONO

180. SUSI SÁNCHEZ por CADA DÍA NACE UN LISTO

181. TAMARA CASELLAS por MORIR NO SIEMPRE SALE BIEN

182. TATIANA DEL REAL por LOS OJOS DEL DIABLO

183. TONI ACOSTA por A UNA ISLA DE TI

184. VALENTINA SHEN WU por BAJO EL MISMO SOL

185. VANESSA SCALETTI por EN CASA DE MUÑECAS

186. VICO ESCORCIA por FEMENÍ, SINGULAR

187. YAN HUANG por BUFFET LIBRE

188. YENESI por LA BOLA NEGRA

189. ZOE BONAFONTE por A FUEGO

190. ZOE STEIN por FORASTERA

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LAS 202 INTERPRETACIONES MASCULINAS EN CINE PRESELECCIONADAS A LOS PREMIOS FORQUÉ 2026

A seguir presentamos las 202 interpretaciones masculinas en la categoría cine preseleccionadas a los premios Forqué de EGEDA, que celebrará la ceremonia de su 32ª edición el próximo 19 de diciembre en el Palacio Municipal IFEMA Madrid. El 3 de noviembre, a las 21:00 horas, finalizan las votaciones para conocer a los nominados de las diferentes categorías. Dichas votaciones habrán sido realizadas por los socios de EGEDA, el Comité de Premios Platino, la Junta Directiva de FIPCA, la prensa especializada, FAD Juventud y los centros educativos, dependiendo de cada una de las categorías.

Los preseleccionados son:


1. ABDELATIF HWIDAR por EIXAM

2. ADRIÁN LASTRA por NI CONTIGO NI SIN MÍ

3. AIMAR VEGA por LOS JUSTOS

4. ALBERTO LÓPEZ por LA VENTANA ABIERTA

5. ALEJANDRO SPEITZER por LA MALETA

6. ÁLVARO CERVANTES por BALANDRAU, VIENTO SALVAJE

7. ÁLVARO MEL por CITAS: LA PELÍCULA

8. ANDRÉS HERRERA por EL RASTRE DEL LLOP

9. ANTONIO MARTIM GOUVEIA por ANOCHE CONQUISTE TEBAS

10. ARITZ KORTABARRIA por HERMANAS

11. ARTURO FLEITAS por NARCISO

12. BENJAMIN KAKRABA por VIAJE AL PAÍS DE LOS BLANCOS

13. BERTO ROMERO por PIZZA MOVIES

14. CARLOS ARECES por TORRENTE PRESIDENTE

15. CARLOS CUEVAS por LA FIERA

16. CARLOS OLALLA por UN HOMBRE DE VERDAD

17. CARLOS WU por BUFFET LIBRE

18. CHRISTIAN CHECA por CITAS: LA PELÍCULA

19. DANIEL IBÁÑEZ por PIONERAS: SOLO QUERÍAN JUGAR

20. DAVID CASTILLO por BAJO EL MISMO SOL

21. DAVID VERDAGUER por EL DIRECTOR

22. EDU REJÓN por TODOS LOS COLORES

23. EDUARDO CASTEJÓN por TRAS LOS PASOS DE LA RUBIA PLATINO

24. EMILIO PALACIOS por EL CONFIDENTE

25. ENRIC AUQUER por CRONOS

26. FERNANDO GUALLAR por 9 LUNAS

27. FRANCESC FERRER por BURUNDANGA

28. FRANCESCO CARRIL por TRES ADIOSES

29. FREDDIE DENNIS por A UNA ISLA DE TI

30. GAEL GARCÍA BERNAL por THE END OF IT

31. GUILLERMO BÁRCENAS por TORRENTE PRESIDENTE

32. GUITARRICADELAFUENTE por LA BOLA NEGRA

33. HUGO ARBUÉS por EL MAL HIJO

34. HUGO SILVA por UN HIJO

35. IAN CORTEGOSO por UN HIJO

36. IVÁN MASSAGUÉ por LA MEMÒRIA DE LES PAPALLONES (LA MEMORIA DE LAS MARIPOSAS)

37. IVÁN VILLANUEVA por SANTA ZETA

38. JAIME LORENTE por LA SILLA

39. JAIME PÉREZ por QUIÉN LLORARÁ POR MÍ

40. JAVIER BARDEM por EL SER QUERIDO

41. JAVIER CHUECA por EL PODER DEL SILENCIO

42. JAVIER GUTIÉRREZ por EL CONFIDENTE

43. JAVIER REY por EL FANTASMA DE MI MUJER

44. JESÚS CARROZA por UN HIJO

45. JOJO RODRÍGUEZ por PIVERTS 1226

46. JORDI AGUILAR por EIXAM

47. JORDI SÁNCHEZ por BURUNDANGA

48. JORGE SANZ por 9 LUNAS

49. JOSÉ TRONCOSO por UNA PISTOLA, UNA BALA Y UN OSO PANDA

50. JOSEAN BENGOETXEA por SACAMANTECAS

51. JUAN DÁVILA por EL ÚLTIMO MONO

52. JUAN GRANDINETTI por ANTES DEL AMOR

53. JULIÁN VILLAGRÁN por LA BUENA HIJA

54. KANDIDO URANGA por LA CASA EN EL ÁRBOL

55. KARRA ELEJALDE por AURI

56. LEÓN MARTÍNEZ por HERMANAS

57. LIONEL CORRAL por LIONEL

58. LLUÍS MARQUÈS por UN ALTRE HOME

59. LOUIS GARREL por SUCEDERÁ ESTA NOCHE

60. LUIS CALLEJO por SACAMANTECAS

61. MANU RÍOS por MI QUERIDA SEÑORITA

62. MANUEL CUENCA por NARCISO

63. MARCEL BORRÀS por CASI TODO BIEN

64. MARCO CÁCERES por HUGO 24

65. MATÍAS ZOCCA por 11

66. MIGUEL ÁNGEL PURO por EL MAL HIJO

67. MIGUEL BERNARDEAU por LA BOLA NEGRA

68. MIGUEL HERRÁN por EL CONFIDENTE

69. MILO QUIFES por LA BOLA NEGRA

70. NAHUEL PÉREZ por NARCISO

71. OMAR MONTES por TORRENTE PRESIDENTE

72. ORIOL PLA por ESTA SOLEDAD

73. ÓSCAR CASAS por ÍDOLOS

74. ÓSCAR LASARTE por EL ÚLTIMO MONO

75. PABLO DERQUI por EIXAM

76. PABLO MOLINERO por EIXAM

77. PACO LEÓN por AÍDA Y VUELTA

78. PATRIC CRIADO por KARATEKA

79. PAU MÁRQUEZ por HERMANOS

80. PAVLE CEMRIKIC por ANOCHE CONQUISTE TEBAS

81. PEP AMBRÒS por EL NIÑO

82. PEPE RUIZ por TRAS LOS PASOS DE LA RUBIA PLATINO

83. RAMÓN BAREA por EN CASA DE MUÑECAS

84. RAÚL PRIETO por IDILIA

85. ROBERTO ÁLAMO por DÍAS DE AGOSTO

86. ROBERTO ENRÍQUEZ por ANTES DEL AMOR

87. SALVA REINA por SOLOS

88. SANTI MILLÁN por BURUNDANGA

89. SANTIAGO SEGURA por TORRENTE PRESIDENTE

90. SATURNINO GARCÍA por DOS DÍAS

91. SERGIO CARDOSO por PASTORIS

92. SILVER CHICÓN por IVÁN & HADOUM

93. TOMÁS BENITO GÓMEZ por CUÁNTICA RAVE

94. TOMASÍN PADRÓN por LA LUCHA

95. UNAX UGALDE por LA VENTANA ABIERTA

96. URKO OLAZABAL por LAS CIEGAS HORMIGAS (INURRI ITSUAK)

97. VICENTE VERGARA por CAMINANDO CON EL DIABLO

98. VITO SANZ por LOS JUSTOS

99. XANTI KORKOSTEGI por ¿CÓMO HEMOS LLEGADO A ESTO?

100. XAVI SÁEZ por RUEGA POR NOSOTRAS

101. ZACK GÓMEZ ROLLS por 9 LUNAS

102. ADRIÁN LASTRA por FIESTA PAGÄNA

103. AHMED BOULANE por CALLE MÁLAGA

104. ALAIN HERNÁNDEZ por UNA PISTOLA, UNA BALA Y UN OSO PANDA

105. ALBERTO SAN JUAN por LA LUZ

106. ÀLEX BRENDEMÜHL por CORREDORA

107. ÁLVARO LAFORA por CAMINANDO CON EL DIABLO

108. AMÍN HAMADA por MALLORCA CONFIDENCIAL

109. ANTONIO DE LA TORRE por SACAMANTECAS

110. ANTONIO PÉREZ DECHENT por CUÁNTICA RAVE

111. ARÓN PIPER por HUGO 24

112. BADR OUBAHASSOU por HERMANOS

113. BERNER MAYNÉS por DIES D'ESTIU I DE PLUJA

114. CARLES FRANCINO por EL RASTRE DEL LLOP

115. CARLOS CUEVAS por EL ANFITRIÓN

116. CARLOS GONZÁLEZ por LA BOLA NEGRA

117. CARLOS SANTOS por SOLOS

118. CHEMA DEL BARCO por EN CASA DE MUÑECAS

119. DANI PÉREZ PRADA por MORIR NO SIEMPRE SALE BIEN

120. DARÍO GRANDINETTI por DESPUÉS DE KIM

121. DAVID SUÁREZ por A NADIE LE IMPORTAS

122. DIRO ROMERO por NARCISO

123. EDUARD FERNÁNDEZ por EL MAL PADRE

124. ELÍAS HWIDAR por EIXAM

125. ENEKO SAGARDOY por SACAMANTECAS

126. FERNANDO ALBIZU por SACAMANTECAS

127. FERNANDO RAMOS por EL CONSEGUIDOR

128. FRANCESC GARRIDO por EL ANFITRIÓN

129. FRANK RODRÍGUEZ por LOS OJOS DEL DIABLO

130. GABINO DIEGO por TORRENTE PRESIDENTE

131. GORKA OTXOA por NI CONTIGO NI SIN MÍ

132. GUILLERMO BENET por YO NO MORIRÉ DE AMOR

133. HUG CASALS ROTLLANT por DIES D'ESTIU I DE PLUJA

134. HUGO SILVA por CADA DÍA NACE UN LISTO

135. HUGO WELZEL por LOS JUSTOS

136. ISRAEL ELEJALDE por ALTAS CAPACIDADES

137. IVÁN SÁNCHEZ por NI CONTIGO NI SIN MÍ

138. JAEL BORRÁS por 11

139. JAIME OLÍAS por CADA DÍA NACE UN LISTO

140. JAIME ZATARAIN por A UNA ISLA DE TI

141. JAVIER BOTET LÓPEZ por CUÁNTICA RAVE

142. JAVIER GODINO por LAS LOCAS DEL OBELISCO

143. JAVIER REY por CITAS: LA PELÍCULA

144. JEAN JEAN por BAJO EL MISMO SOL

145. JOE COLE por EL ANFITRIÓN

146. JONATAN FERNÁNDEZ TXAKARTEGU por EL PODER DEL SILENCIO

147. JORDI MOLLÁ por LEONES EN INVIERNO

148. JORGE MOTOS por MORIR NO SIEMPRE SALE BIEN

149. JOSÉ MOTA por ARRIBA TUTTO

150. JOSEAN BENGOETXEA por HERMANAS

151. JUAN CARLOS VELLIDO por MORIR NO SIEMPRE SALE BIEN

152. JUAN DIEGO BOTTO por ALTAS CAPACIDADES

153. JULIÁN LÓPEZ por LAPÖNIA

154. JULIO VÉLEZ por QUIÉN LLORARÁ POR MÍ

155. KARRA ELEJALDE por ARRIBA TUTTO

156. KARRA ELEJALDE por EL NIÑO

157. LEONARDO SBARAGLIA por AMARGA NAVIDAD

158. LIONEL CORRAL BERNAL por LIONEL

159. LORCA PRADA por MALLORCA CONFIDENCIAL

160. LUIS CALLEJO por LEONES EN INVIERNO

161. LUIS ZAHERA por LEONES EN INVIERNO

162. MANU VEGA por ISLAS

163. MARCEL BORRÀS por BURUNDANGA

164. MARCELO SUBIOTTO por LOS JUSTOS

165. MATEO MEDINA por CAMINANDO CON EL DIABLO

166. MAXI IGLESIAS por NUDA PROPIEDAD

167. MIGUEL ÁNGEL SILVESTRE por LA FIERA

168. MIGUEL BERNARDEAU por LA FIERA

169. MIGUEL IRIARTE por SACAMANTECAS

170. NABY DAKHLI por VIVA

171. OMAR MILLS por HERMANOS

172. ORIOL PLA por CITAS: LA PELÍCULA

173. ÓSCAR CASAS por DESEO

174. ÓSCAR DE LA FUENTE por EL MAL HIJO

175. OUSSAMA ASFARAAH por ANOCHE CONQUISTE TEBAS

176. PABLO DERQUI por EL NIDO

177. PABLO PUYOL por ¿ME ENTIENDES O TE LO EXPLICO?

178. PACO LEÓN por MI QUERIDA SEÑORITA

179. PAU DURÀ por MORIR NO SIEMPRE SALE BIEN

180. PAU SIMÓN por DÍAS DE AGOSTO

181. PEDRO JIMÉNEZ-VALLEJO por EN CASA DE MUÑECAS

182. PEP MUNNÉ por COWGIRL

183. QUIM ÀVILA por UN ALTRE HOME

184. RAMÓN LANGA por TORRENTE PRESIDENTE

185. RAÚL PRIETO por MORIR NO SIEMPRE SALE BIEN

186. ROBERTO ÁLAMO por EL PEZÓN DE ELENA

187. ROGER CASAMAJOR por UN HOMBRE EN UN PUENTE

188. SALVA REINA por TRES DE MÁS

189. SANTIAGO MATEUS por ANOCHE CONQUISTE TEBAS

190. SANTIAGO URRIALDE por ¿ME ENTIENDES O TE LO EXPLICO?

191. SERGIO BAUTISTA por CENIZA EN LA BOCA

192. SERGIO MARÍA por NOS VEREMOS ESTA NOCHE, MI AMOR

193. TAMAR NOVAS por CAMINANDO CON EL DIABLO

194. TOMÁS DEL ESTAL por YO NO MORIRÉ DE AMOR

195. TONY DALTON por EL MAL

196. URKO OLAZABAL por BAJO TUS PIES

197. VEBJØRN ENGER por LAPÖNIA

198. VICTOR CLAVIJO por EL CONFIDENTE

199. WILLEM DAFOE por EL ANFITRIÓN

200. XAVI SÁEZ por CRONOS

201. YEYO BAYEYO por ¿CÓMO HEMOS LLEGADO A ESTO?

202. ZORION EGUILEOR por TRAS LOS PASOS DE LA RUBIA PLATINO


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"EL MUNDO ES ANSÍ", DE MIGUEL ÁNGEL CALVO BUTTINI, CLAUSURARÁ EL FESTIVAL DE CINE CIUDAD DE TUDELA

 

"El mundo es ansí", el nuevo largometraje del cineasta Miguel Ángel Calvo Buttini, clausurará, fuera de concurso, el próximo sábado 31 de octubre, a las 19:30 horas tras la gala de clausura, el Festival de Cine Ópera Prima Ciudad de Tudela, el único certamen nacional dedicado en exclusiva a primeros largometrajes del cine español. Un día antes, el viernes 30, se estrenará en cines, con distribución de Barton Films, esta película que propone una mirada contemporánea a la figura de Pío Baroja a través de la combinación de documental, ficción, material de archivo y entrevistas.

La fecha de estreno guarda una especial significación: el 30 de octubre de 2026 se cumplen exactamente 70 años de la muerte de Pío Baroja, fallecido en Madrid el 30 de octubre de 1956. Así, siete décadas después de su desaparición, "El mundo es Ansí" llegará a las salas para recuperar la voz, el pensamiento y el universo literario de uno de los grandes escritores españoles del siglo XX.


PASES ESPECIALES

MADRID. Jueves 29 de octubre, 19:30. Cines Golem (C. de Martín de los Heros, 14).

Con presentación y coloquio a cargo del director y de parte del equipo.

En colaboración con la Asociación Cultural Navarra.


PAMPLONA. Viernes 30 de octubre. Cines Golem.

Con presentación y coloquio a cargo del director y de parte del equipo.


LOGROÑO. Martes 10 de noviembre. Cines Embajadores (Calle Belchite, 10). 

Con presentación y coloquio a cargo del director.


OVIEDO. Miércoles 11 de noviembre. Cines Embajadores (Calle General Elorza, 45).

Con presentación y coloquio a cargo del director.


SANTANDER. Jueves 12 de noviembre. Cine Embajadores (Calle Cardenal Cisneros, 4)

Con presentación y coloquio a cargo del director.


VALLADOLID. Lunes 16 de noviembre. Cines Casablanca (Calle de Leopoldo Cano, 8)

Con presentación y coloquio a cargo del director.


La película no pretende realizar una biografía convencional de Baroja, sino establecer un diálogo entre el escritor y el presente. Para ello, Miguel Ángel Calvo Buttini combina la realidad documental con una trama de ficción protagonizada por Ana, una joven estudiante de posgrado a la que encargan un trabajo sobre el escritor.

Interpretada por la actriz navarra Nahia Bergasa, Ana se adentra en la vida y la obra de Baroja a través de su investigación hasta establecer un diálogo imaginado con el propio escritor, o más concretamente con su alter ego, interpretado por el actor navarro Álvaro Subiés. Este encuentro entre dos épocas sirve como hilo conductor de la película y permite acercarse a Baroja desde una perspectiva actual, poniendo en relación sus ideas y su literatura con las preguntas e inquietudes del presente.

"El mundo es ansí" parte de una idea original de Álvaro Lión-Depetre, quien firma el guion junto a Miguel Ángel Calvo Buttini. La producción corre a cargo de Salto de Eje PC, de Madrid, La Noche Americana, de Navarra, y Barton Films se encargará de su estreno. El proyecto cuenta con el apoyo del Ayuntamiento de Madrid, a través de las áreas de Cultura y Alcaldía, Gobierno de Navarra, Fundación Ignacio Larramendi, familia Baroja, Asociación Cultural Navarra y la financiación de CREA SGR.

El rodaje se desarrolló en distintas localizaciones vinculadas al universo de Baroja. Tras las primeras semanas de filmación en Madrid, el equipo se desplazó a Navarra, con especial presencia en Bera del Bidasoa, además de San Sebastián y Zestoa, localidad en la que Baroja ejerció como médico.

Habiendo sido seleccionado en el prestigioso mercado internacional Sunny Side of the doc, su estreno del 30 de octubre de 2026, coincidiendo con el 70º aniversario de la muerte de Pío Baroja, se convierte en una oportunidad para volver a encontrarse con un autor cuya obra y pensamiento siguen interpelando al lector contemporáneo.

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EL FESTIVAL DE CINE DE VALLADOLID ACOGE EL ESTRENO MUNDIAL DE "UNA FAMÍLIA", PRIMER LARGOMETRAJE DEL ACTOR RICARDO GÓMEZ

La 71ª edición de la Semana Internacional de Cine de Valladolid (Seminci) ha acogido el estreno mundial de "Una familia", la ópera prima del actor y director Ricardo Gómez, que narra la historia de un padre, una madre y un hijo, marcados por una herida que comparten y una noche que cambió para siempre sus vidas. La película se proyectará en la Gala RTVE y está protagonizada por Claudia Traisac, Patrick Criado y Ana Wagener.

El cineasta ha profundizado en el proceso de escritura de la película confesando que desde su adolescencia siempre había tenido en mente adoptar el rol de director para narrar sus propias historias. 'A los 15 años en el set de la serie empecé a fijarme dónde colocaban la cámara los directores y a interesarme por su labor», ha declarado. No obstante, ha incidido en la importancia que ha tenido para él que los sucesos que quería narrar naciesen de su propia experiencia personal. «El cine que más me gusta es el que tiene una vinculación con la persona que lo hace. Sabía que si daba este salto a la dirección tenía que involucrarme con la historia', ha compartido.

Diego Betancor, productor de la película, ha hablado del largo trabajo de financiación de la película y agradeciendo la colaboración con Carlos Montero de El Desorden Crea y Félix Tusell de Estela Films: 'Nos aportaron una experiencia y un saber hacer que influyó mucho'.

Este viaje al interior del Madrid de los años noventa se construye en tres líneas temporales, siguiendo un día en la vida de cada uno de los miembros de la familia en varios momentos en el tiempo. «Lo primero que tuve claro fue la estructura. Quería lograr que se pudiera entender la evolución de los vínculos de una familia a través de estos breves fragmentos», ha explicado el director, destacando la dificultad que supuso para él la necesidad de someter todo el proceso de escritura a esta decisión inicial.

Por su parte, el elenco de la película ha reflejado cómo ha influido la estructura de la película en su labor de interpretación. Claudia Traisac ("La llamada", "Cuéntame cómo pasó") que interpreta a la madre, ha hablado particularmente de los ensayos previos al rodaje y de la transformación que ha experimentado a raíz de la película: 'El proceso previo al rodaje nos permitió explorar esos huecos y rellenar la vida de los personajes que debía aflorar luego en la película». Ha añadido: «A pesar de que el viaje de Clara sea tan duro, la calidez del equipo de rodaje ha hecho que sea un proceso verdaderamente rico para mí'. Anna Wagener (Goya a la mejor actriz de reparto por "La voz dormida"), ha hablado de la construcción de su personaje, la abuela, una mujer de pocas palabras que contrasta con el resto de protagonistas: 'La película ha sido muy exigente. Era un guion que solo daba unas pinceladas sobre los acontecimientos y había muchas cosas implícitas, parecía una película sueca', ha compartido.

Patrick Criado ("Amarga Navidad", "Antidisturbios") ha recordado una visita a la prisión de Soto del Real que realizó con el director para preparar el personaje de Enrique, el padre, en la que hablaron con los presos y recorrieron las instalaciones. 'La tristeza y la soledad que se respiran allí, así como los errores cometidos, tenían que estar contenidos en la corporalidad de Enrique. Antes de dar acción yo trataba de recordar aquel lugar y a partir de ahí empezar a interpretar' ha explicado el actor.

Uno de los grandes retos de la película ha sido el rodaje en 16 mm, a cargo de la directora de fotografía Sara Gallego ("El año del descubrimiento", "Yo no moriré de amor"), que sido el elemento crucial para encapsular esa esencia de los años noventa, tal y como ha explicado el director. 'Es una película relativamente pequeña en términos industriales y había decisiones que se tomaban en base a lo que habíamos filmado en el día, con el peligro que eso supone por si el material llegaba velado o fuera de foco', ha explicado el director. Betancor también ha reconocido la importancia del formato analógico, que eleva el trabajo del equipo de vestuario y maquillaje y que se convirtió en una decisión crucial para la apariencia final de la película: 'Aunque parezca que no, a veces se puede hacer una película más barata en 16mm que en digital', ha concluido.

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"BALANDRAU, VIENTO SALVAJE" INAUGURA LA SECCIÓN OFICIAL DEL FESTIVAL DE CINE DE TUDELA

 

"Balandrau. Viento Salvaje", ha abierto el Festival de Cine Ópera Prima de Tudela, una película que ha sido un gran éxito de taquilla y público en Cataluña. La cinta, que tiene como precuela un documental de hace unos años, narra la tragedia de un grupo de amigos que subieron al monte del Pirineo Catalán, Balandrau, y cerca de la cima se desató una tormenta con vientos huracanados extremos y nieve que se denomina 

Torb que desemboca en temperaturas, repentinas, que rondan los -40 grados bajo cero. El suceso ocurrió el 30 de diciembre de 2000 y costó la vida a nueve personas y de entre ellas solo sobrevivió Josep María Vilá, que es el que ha colaborado tanto realizar el libro que se escribió hace años, así como el documental y ahora la película.

La idea surgió del productor Tono Folguera, que ya había realizado el documental y dado que tenían el contacto con los familiares solo quedaba encontrar al director que lo realizara. Ahí aparece la figura de Fernando Trullols, un ayudante de dirección especialista en acción, no en vano ha trabajado con Bayona. 'Creo que, con Mediterráneo, puede ser la película más complicada que hemos rodado técnicamente. A Fernando lo conozco desde que ganó el Goya con su primer cortometraje, conoce a toda la industria y rodó la parte marítima de Mediterráneo y sabe manejar la acción. Lo tuve claro y también me gustaba su sensibilidad, lo que era importante porque el tema era complicado y había que tener una sensibilidad especial con las familias'.

Tono Folguera es un apasionado de las óperas primas que, de hecho, son el 80% de las obras que produce. En su haber tiene largometrajes tanto de “cine indie” como dice él, como de acción, algunos de sus títulos son "Alcarrás", "Mediterráneo", "El maestro que prometió el mar", "Smoking Room", "El Rey Tuerto", "Libertad" o "Suro", dentro de más de 60 largometrajes y series. 'Me encantan las óperas primas. El 80% de lo que produzco lo son. Tienen una energía y una ilusión de primeros cineastas y tienen algo siempre especial. También el equipo, tienen un brillo diferente cuando saben que dan la primera oportunidad y eso tiene una excitación muy especial”'.

Pese a su excelente factura, interpretación y rodaje, Folguera ha lamentado que algunos medios nacionales ni siquiera hicieran mención de su estreno, máxime cuando en Cataluña ha sido uno de los fenómenos del año y está funcionando muy bien internacionalmente. 'Muchos medios fuera de Cataluña ni bien ni mal, ni nos han tratado. Yo he hecho más cine indie toda mi vida y quería salir de mi zona de confort. No ha sido un tema de que sea ópera prima, yo creo que tiene más que ver con que no conseguimos que entrara ninguna televisión nacional, y eso es clave. En Cataluña ha sido el fenómeno del año'.

'Me encantan las óperas primas. El 80% de lo que produzco lo son. Tienen una energía y una ilusión de los primeros cineastas. También el equipo que trabaja tienen un brillo diferente cuando saben que están dando la primera oportunidad a un cineasta'.

Como se puede observar en la película, "Balandrau. Viento salvaje", fue un rodaje muy difícil, no sólo por los exteriores, sino por la dificultad de recrear una tormenta como el Torb, tan potente y tan extraña. De hecho al principio querían rodar en el propia monte Balandrau, pero 15 días antes 'solo había vacas y hierba. Nada de nieve', así que se tuvieron que trasladar a la pista más alta de Baqueira Beret. Allí una tormenta les arruinó un día de rodaje. Por otra parte, parte de la recreación de la tormenta la realizaron en un plató, con la ayuda de una máquina que les prestaron desde Hollywood. En el resto, como la recreación de los paisajes nevados, el arreglo digital tuvo mucho que ver.

Una de las máximas preocupaciones era la de no solo ser fieles a la historia, sino también a los perfiles de cada una de las personas que murieron. En esta labor destaca la aportación del superviviente Josep María Vilá, con quien han tenido una 'colaboración muy estrecha, ha sido una relación casi de amistad'. Vilá vive ahora en México, con su mujer e hijos, 'tuvo claro que la montaña no le iba a vencer, se debía a sus amigos y no podía dejarse vencer. Volvió a la montaña una par de años después y la subió'.

Otra cara de la tragedia son las familias como los dos hijos de Pep y Elena, el matrimonio que falleció en Balandrau cuando tenían ellos 2 y 3 años. 'Hemos sido muy cuidadosos con la forma de enseñar cómo rescatan los cuerpos. Lo ha facilitado el hecho de que fue un suceso sin culpables, fue un accidente. Los dos hijos, tras ver la película pasaron un momento doloroso, claro, pero nos dijeron ‘hemos visto a nuestros padres que no los habíamos visto. Sabemos que es una ficción pero nos encantan esas personas en la película. Estamos felices de haberlos visto ese tiempo en pantalla'.

La película de Trullols tiene detalles que pasarán desapercibidos a los ojos del espectador pero que ayudan a hacerse una idea del mimo con que se ha rodado. El helicóptero de rescate que aparece en el campo base es el que se usó para el rescate. Estaba en un hangar para ser desguazado pero lo recuperaron para las tomas de parado y se empleó también para las escenas del rescate de Vilá. Además el piloto que lleva el helicóptero es el mismo que trabajó en el rescate en el año 2000. 'Tener el helicóptero ahí servía como una especie de totem, de motivación. Se creó una atmósfera especial. Los bomberos al pasar lloraban, se abrazaban o se hacían fotos', ha explicado Folguera. 

Fuente: noticiasdenavarra.com

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